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Balanço econômico de 2020

A economia do Brasil está em alerta desde o início da pandemia causada pelo coronavírus. O debate entre manter a geração de dinheiro e empregos e adotar medidas de prevenção criou uma dualidade entre as áreas econômica e de saúde.

Mas, o caminho mais seguro a ser seguido é com os dois setores andando juntos, tendo um horizonte pandêmico ou não.

Como o pequeno empresário lidou com a pandemia

De acordo com pesquisas lançadas ao longo de todo o ano, o pequeno empresário foi o que mais sentiu os efeitos da pandemia. Um estudo do Sebrae trouxe que 31% das pequenas empresas adaptou seu funcionamento para a realidade, muitas investiram em soluções online, reduziram o expediente, conduziram as tarefas a distância ou implementaram um sistema de rodízio entre os funcionários.

Mesmo encontrando outras saídas, o número de empreendimentos que optou por interromper suas atividades temporariamente foi alto, de 58,9% entre os entrevistados. Essa decisão pode ter sido tomada por conta de as finanças não estarem positivas antes da quarentena, como o próprio balanço mostra.

Como o país sentiu os impactos do coronavírus

Ao longo de 2020, o IBGE promoveu diversas pesquisas para registrar a performance econômica do Brasil. No início da quarentena, os setores da indústria, construção, serviços e, principalmente, do comércio foram pegos de surpresa e relataram que tiveram dificuldades em gerar capital.

Infelizmente, até o momento, o setor de Serviços é que mais está sofrendo os impactos negativos. Como podemos ver nesses números, no fechamento do mês de agosto, 47% dos entrevistados declarou perda financeira, o que reflete na queda anual da área de 8,9%.

A pandemia sob o olhar do compliance

Até a vacinação ser concluída, o futuro do país será incerto, ainda mais com o início de uma segunda onda de infecção. A informação ainda é a melhor ferramenta para se preparar e manter o compliance com o governo.

Inclusive, as pesquisas mostraram que 32% das empresas ativas nesse segundo semestre adiaram o pagamento de impostos e que 10,9% solicitou uma linha de crédito emergencial para conseguir pagar os salários de seus funcionários. Essas foram algumas das medidas adotadas para evitar ainda mais as demissões.

Os especialistas do SBC Law ainda reforçam que o compliance é a atitude mais adequada. Dessa forma, se passa mais transparência aos colaboradores e os riscos são evitados, inclusive de ser pego pelo Fisco.

Pós-pandemia e o Direito

As perspectivas para a retomada da economia brasileira ainda não estão claras. Mas, podemos avaliar e refletir sobre o futuro do Direito após esse período, direcionado suas próximas decisões para um caminho seguro.

Vale o advogado 4.0 ficar de olho nas tendências de dropshipping (focado em Comércio Exterior), infoprodutos e contratos digitais. Podemos afirmar também que o trabalho remoto e as audiências virtuais continuarão presentes em nosso dia a dia. Por isso, invista no seu capital intelectual, se mantendo em compliance ao novo jeito de se trabalhar, com o suporte de softwares jurídicos.

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